
Estás perto...muito perto.
As nossas almas cruzaram-se.
E sentiram-se. E pertencem-se.
Mas como foi isto?
Como é isto?
Sente-se. Não se define.
Toca-se...exprime-se
Estás aí, mas aqui.
Estou aqui, mas aí.
E é verdade....
Trago-te em mim
Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
E eu sei que dói
Sei como foi andares tão só por essa rua
As vozes que te chamam e tu na tua
Esse teu corpo é o teu porto, é o teu jeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Sabes quem sou, para onde vou
A vida é curva, não uma linha
As portas que se fecham e eu na minha
A tua sombra é o lugar onde me deito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Pedro Abrunhosa
Quando o furação Hannah separou dois tigres brancos da sua mãe, Anjana veio em seu salvamento. Anjana é uma chimpanzé. Ela assentou bem no papel de mãe, oferecendo carinho, brincando e ajudando mesmo com a alimentação.

Além da beleza soberba das fotografias, é maravilhoso o afecto que se pode criar entre espécies tão distintas.



Ela passa grande parte do dia dedicada aos tigres e sente-se feliz com o papel que desempenha, e os tigres brancos estão verdadeiramente deliciados com a sua "mãe".(muito mais mãe do que muitas que conhecemos).