quinta-feira, 7 de abril de 2011

Depois de tantos meses...


... aqui estou eu.

De volta ao meu sossego, há tanto tempo abandonado e perdido no vento...

Mudei de vida, de sítio, de local. E permaneço em constante mudança, em constante conhecimento de mim mesma e de tudo o que me rodeia.

Precisava disto para me sentir viva, ainda mais viva.

Não sei o que me espera o futuro. Mas para quê saber?
A vida é hoje.
E ela tem de ser vivida intensamente.
Ainda que não tenhamos aquilo que queiramos.
Ainda que não tenhamos aquilo por que ansiamos.

Se não temos, é porque não precisamos.

É assim que sinto a vida.

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