Portanto...
Um poema lindo:
O Beijo
Congresso de gaivotas neste céu
Como uma tampa azul cobrindo o Tejo.
Querela de aves, pios, escarcéu.
Ainda palpitante voa um beijo.
Donde teria vindo! (Não é meu...)
De algum quarto perdido no desejo?
De algum jovem amor que recebeu
Mandado de captura ou de despejo?
É uma ave estranha: colorida,
Vai batendo como a própria vida,
Um coração vermelho pelo ar.
E é a força sem fim de duas bocas,
De duas bocas que se juntam, loucas!
De inveja as gaivotas a gritar...
Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca'
E uma música divina:
quarta-feira, 13 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
E...
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Depois de tantos meses...

... aqui estou eu.
De volta ao meu sossego, há tanto tempo abandonado e perdido no vento...
Mudei de vida, de sítio, de local. E permaneço em constante mudança, em constante conhecimento de mim mesma e de tudo o que me rodeia.
Precisava disto para me sentir viva, ainda mais viva.
Não sei o que me espera o futuro. Mas para quê saber?
A vida é hoje.
E ela tem de ser vivida intensamente.
Ainda que não tenhamos aquilo que queiramos.
Ainda que não tenhamos aquilo por que ansiamos.
Se não temos, é porque não precisamos.
É assim que sinto a vida.
De volta ao meu sossego, há tanto tempo abandonado e perdido no vento...
Mudei de vida, de sítio, de local. E permaneço em constante mudança, em constante conhecimento de mim mesma e de tudo o que me rodeia.
Precisava disto para me sentir viva, ainda mais viva.
Não sei o que me espera o futuro. Mas para quê saber?
A vida é hoje.
E ela tem de ser vivida intensamente.
Ainda que não tenhamos aquilo que queiramos.
Ainda que não tenhamos aquilo por que ansiamos.
Se não temos, é porque não precisamos.
É assim que sinto a vida.
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