
Ontem fui a uma conferência pública na qual fiquei a conhecer o ponto de vista da Psicologia do Auto-conhecimento no que diz respeito à sua abordagem da Personalidade.
Fiquei a saber que existem dois tipos de personalidade: inferiores e superiores. Das inferiores constam as personalidades instintiva (básica e impulsiva), sentimental-emotiva (contrária à instintiva, a pessoa está apenas ao serviço das suas próprias emoções), intelectual (crítica e rígida, podendo originar o cepticismo e materealismo) e mística (ao serviço da fé, das crenças e dogmas intocáveis).
Possuindo estas personalidades isoladas, temos a tendência a misturá-las e aplicá-las consoante as ocasiões, criando uma falsa personalidade ao serviço do Ego. A pessoa vai, de certa forma, desenvolver defeitos psicológicos, que se prendem com uma personalidade não ajustada, que transmite uma informação incorrecta à nossa essência.
A essência é o conjunto de valores à medida que o ego se desintegra. A conduta e comportamento sublimados fortalecem a consciência, acumulando valores como o amor, o respeito a si mesmo (e aos outros) e a verdade.
Desintegram-se os defeitos e cristalizam-se os valores.
Devemos, então, polir a nossa conduta, fazendo uma auto-observação constante e diária, subtilizando os estados de consciência, por forma a lutar pelo ingresso nas personalidades superiores: mental-inteligente e emocional-consciente.
Na personalidade superior, pensa-se com o coração e sente-se com a mente. Há um equilíbrio. Se sentimos com o coração transbordamos; se pensamos com a mente é um caos.
Neste sentido, somos fieis ao que sentimos e pensamos, não provocando grandes distúrbios sociais. As emoções e sentimentos mais subtis são equilibrados.
No fundo, tudo isto visa um equilíbrio dos nossos estados primários, no aperfeiçoamento das nossas qualidades mais básicas e na adaptação às diferentes ocasiões.
Com a auto-análise do nosso comportamento, podemos aprimorar facetas da personalidade, constituindo um todo coerente, com sentido e conteúdo, ao serviço da nossa verdadeira essência.
Fiquei a saber que existem dois tipos de personalidade: inferiores e superiores. Das inferiores constam as personalidades instintiva (básica e impulsiva), sentimental-emotiva (contrária à instintiva, a pessoa está apenas ao serviço das suas próprias emoções), intelectual (crítica e rígida, podendo originar o cepticismo e materealismo) e mística (ao serviço da fé, das crenças e dogmas intocáveis).
Possuindo estas personalidades isoladas, temos a tendência a misturá-las e aplicá-las consoante as ocasiões, criando uma falsa personalidade ao serviço do Ego. A pessoa vai, de certa forma, desenvolver defeitos psicológicos, que se prendem com uma personalidade não ajustada, que transmite uma informação incorrecta à nossa essência.
A essência é o conjunto de valores à medida que o ego se desintegra. A conduta e comportamento sublimados fortalecem a consciência, acumulando valores como o amor, o respeito a si mesmo (e aos outros) e a verdade.
Desintegram-se os defeitos e cristalizam-se os valores.
Devemos, então, polir a nossa conduta, fazendo uma auto-observação constante e diária, subtilizando os estados de consciência, por forma a lutar pelo ingresso nas personalidades superiores: mental-inteligente e emocional-consciente.
Na personalidade superior, pensa-se com o coração e sente-se com a mente. Há um equilíbrio. Se sentimos com o coração transbordamos; se pensamos com a mente é um caos.
Neste sentido, somos fieis ao que sentimos e pensamos, não provocando grandes distúrbios sociais. As emoções e sentimentos mais subtis são equilibrados.
No fundo, tudo isto visa um equilíbrio dos nossos estados primários, no aperfeiçoamento das nossas qualidades mais básicas e na adaptação às diferentes ocasiões.
Com a auto-análise do nosso comportamento, podemos aprimorar facetas da personalidade, constituindo um todo coerente, com sentido e conteúdo, ao serviço da nossa verdadeira essência.