"Em tempos de tristeza e de dor, hei-de amparar-te e embalar-te; tomar a tua dor como minha.
Quando chorares, chorarei.
Quando te magoares, magoar-me-ei.
E, juntos, havemos de ultrapassar as inundações de lágrimas e desespero, e atravessar as ruas esburacadas da vida."
Nicholas Sparks
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Went to the cinema...

Pode a nossa visão desejar tamanha violência degradante? Um caos. O país em estado de sítio. Toda a população emergida numa cegueira branca enquanto apenas uma mulher testemunha tudo. O contraste entre aqueles que perderam a visão e aquela que a terá indefinidamente.
Até que ponto essa simples mulher aceita o facto de ter sido previligiada no que toca a uma epidemia súbita?
Será ela capaz de aguentar um fardo tão pesado?
Será ela capaz de entender o desespero que origina a falta de visão dos que lhe estão próximos?
Terá ela forças para lutar contra tão grande "mal branco"?
Desejaria ela, também, perder-se neste mal?
Até que ponto essa simples mulher aceita o facto de ter sido previligiada no que toca a uma epidemia súbita?
Será ela capaz de aguentar um fardo tão pesado?
Será ela capaz de entender o desespero que origina a falta de visão dos que lhe estão próximos?
Terá ela forças para lutar contra tão grande "mal branco"?
Desejaria ela, também, perder-se neste mal?
Até onde pode ir o nosso instinto de sobrevivência?
Vejam e leiam o Blindness.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Doce momento.

"...A melodia ecoava suavemente quando começaram a dançar, a desenhar círculos lentos, e embora se sentisse embaraçada de início, acabou por se encostar a ele, a descansar no calor do corpo dele. A respiração de Jeremy aquecia-lhe o pescoço e sentia-lhe a mão a empurrar-lhe as costas com suavidade; fechou os olhos e encostou-se mais, repousou a cabeça no ombro dele e sentiu desvanecer o que restava das suas reservas. Aquilo, compreendeu, era o que sempre procurara, e, na cozinha acanhada, iam-se movendo ao som da música suave, cada um perdido no outro."
NIcholas Sparks in Quem ama Acredita
domingo, 16 de novembro de 2008
...
... o que é insuperável é o sentimento de desespero constante que me assombra, parece que percorro um estreito e escuro caminho com insondáveis precipícios à minha volta...
(Mary Wallstonearafet Shelley)
terça-feira, 11 de novembro de 2008
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