
Nada podeis contra o amor,
Contra a cor da folhagem,
contra a carícia da espuma,
contra a luz, nada podeis.
Podeis dar-nos a morte,
a mais vil, isso podeis
- e é tão pouco!
Contra a cor da folhagem,
contra a carícia da espuma,
contra a luz, nada podeis.
Podeis dar-nos a morte,
a mais vil, isso podeis
- e é tão pouco!
Eugénio de Andrade in «Até Amanhã»
7 comentários:
Olá
Lindas palavras deste texto ;=)
E.A um Mestre das palavras ...
Beijocas
Poderão existir várias interpretações sobre estas estrofes...
Mas qual é a tua?
A minha interpretação...
"Para quem já amou e não ama mais, é como se morresse espiritualmente apenas mantendo vivência fisica. Daí a magnitude do sentimento e insignificância de tudo o resto!"
bjs
q bela imagem...mas ...:(
- não há resultados?
Beijinhos...
bom fds
Ainda não sei bem definir o que é o amor… mas as vezes é a fonte dos maiores desastres e sofrimento… beijo
Esse senhor (Eugénio de Andrade)era um génio!
:)
Bjs!
:( É bonito..mas.. como andas?
Beijoooo
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